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Por Cws | 11/05/2018 ás 14:24:00

Mercado imobiliário no Brasil: como a política influencia seu progresso?

A crise política tem afetado a economia brasileira que está bastante desestabilizada
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As mudanças políticas que estão acontecendo no Brasil nos últimos anos têm afetado diretamente a economia. Um dos mercados que mais sofrem com esses problemas é o imobiliário.

O mercado da construção civil é o motor da economia nos países em desenvolvimento, justamente porque ele é o setor que mais gera emprego. Se ele não estiver em aquecimento, o número de desempregados aumenta consideravelmente, o que não é de fato bom para economia do país.

Em um momento de crise aumenta o número de casas e apartamentos para vender, mas por outro lado, cai bastante a procura dos investidores. Esta é uma relação que afeta os padrões de consumo dos brasileiros nos últimos anos.

Em 2018, espera-se que o ano eleitoral seja complicado para a economia, mas que novos investimentos na área da construção civil possam aquecer o mercado e trazer mais emprego para os brasileiros e que atraía os investidores que estão receosos em fechar negócios.

Mas afinal, diante deste cenário, como a política influencia diretamente o setor imobiliário? Como sair da crise e voltar a crescer? E qual a perspectiva para este ano eleitoral complicado? Vamos trazer aqui um apanhado geral de como o país esta se comportando diante das mudanças políticas e os prejuízos que ela está gerando.

A estagnação do mercado imobiliário

O que mais cresce nos classificados é a lista de casas à venda no país. E não seria diferente, a relação entre oferta e demanda está bastante estremecida. A oferta continua crescente, a demanda, que significa a busca dos clientes pelos imóveis, está muito abaixo do esperado para ser considerado normal.

Isto se deve a crise economia e política que o país vive, mas não excluí também o fato de que o valor dos imóveis cresceu muito na última década e vem atingindo patamares bastante elevados, o que dificulta a compra por parte da classe B e C, que não tiveram altas salariais na mesma proporção.

A estagnação do setor imobiliário começou a se tornar uma realidade por essa alta exacerbada dos valores por metro quadrado, mas ficou crítica quando denúncias políticas e a corrupção mexeu muito com a economia.

As taxas de juros, inflação e o desemprego começaram a subir no segundo semestre de 2016 e desde então não estão dando sinais que vão começar a retroceder. Junto com a instabilidade política também vieram os cortes das linhas de crédito, que limitou ainda mais os gastos no mercado imobiliário.

Como sair da crise e voltar a crescer?

Essa seria a chamada fórmula para o sucesso, que ainda está em um processo de construção. Em um primeiro momento acabar com a corrupção e estabilizar a política nacional seria a melhor solução para acabar com a crise. Mas, sabemos que estamos um pouco distantes dessa solução, já que a corrupção ainda precisa passar por alguns pilares para ser de fato estancada.

Então na economia está a porta para sair a crise. É preciso estabilizar o país, diminuir os juros e aumentar os investimentos do governo no setor imobiliário é o primeiro passo. Assim, a geração de empregos volta a cresce e a população aos poucos começa a consumir mais bens e serviços. Assim o país se fortalece e volta a crescer novamente.

No setor imobiliário, um dos respiros que estamos observando nos últimos meses são as pessoas voltando a comprar terrenos, para investir futuramente, em um momento que a economia já esteja mais estabilizada.

Uma ajuda do governo

Este é o momento que o governo precisa agir e injetar dinheiro no setor. A queda em 8% do PIB brasileiro gerou os altos índices de desemprego, que precisam ser contornados o mais rápido possível.

Flexibilizar as regras do financiamento da casa própria e incentivar a indústria da construção civil são as metas para sair da crise. Assim, o governo ajuda a reaquecer o mercado e diminui o número de desempregados.

Duas ações do governo para instigar a população a consumir imóveis estão sendo:

  • Liberar o uso do FGTS para comprar imóveis tem sido uma boa saída para reanimar as vendas do setor.
  • Democratizar o programa Minha Casa Minha Vida. As mudanças atingem não só a classe mais baixa, mas também a classe média já que trabalhadores com salários de até R$ 9 mil por mês agora também podem ser incluídos no programa.

Perspectivas do mercado imobiliário para 2018

É sempre importante estar atento ao mercado da construção civil. Se as obras estão crescendo é porque a economia está se aquecendo novamente. Um dos motores da economia brasileira é o mercado imobiliário, por isso é preciso estar atento as mudanças.

Em 2017 o Brasil viveu momentos de crise a uma verdadeira retração em todos os mercados. Mas para este ano, novos investimentos no setor devem aumentar a oferta de empregos e assim aquecer o mercado.

Como os compradores estão desaparecendo já que a crise é iminente e as pessoas estão sem dinheiro, novas linhas de crédito serão disponibilizadas pelo governo para permitir que a classe B e C tenha acesso aos imóveis.

Atualmente a taxa de juros está alta, a níveis maiores do que os registrados nos últimos anos, e isso atrapalha os negócios no setor imobiliário. A baixa oferta de crédito causada pelo alto índice de inadimplência também é um fator para a crise no setor.

Para evitar esse esfriamento nas vendas e reiniciar o processo de crescimento do mercado imobiliário é preciso que o governo injete dinheiro na economia. É um momento de confiança na retomada dos investimentos que o mercado esta observando com muito otimismo.

As construtoras estão trabalhando para promover negócios mais acessíveis a todas as classes e permitir que as pessoas tenham a possibilidade de adquirir a casa própria, mesmo nesse momento de crise que o país está atravessando.

 

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Fonte: Chavesnamão

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