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Por Cws | 07/07/2017 ás 16:51:00

Preço de imóveis à venda sobem 0,7% no segundo trimestre de 2017, aponta DMI-VivaReal

Na pesquisa, entre as 30 cidades pesquisadas, 24 apresentaram valorização no valor do metro quadrado
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Levantamento realizado pela DMI-VivaReal mostra uma pequena alta de 0,7% no preço médio do metro quadrado ao final do segundo trimestre de 2017, com custo médio de R$ 4.833. No período anterior, o valor era de R$ 4.800.

No segundo trimestre, entre as 30 cidades pesquisadas, 24 apresentaram valorização no preço médio do imóvel: Goiânia (com valor de R$ 4.702 e variação de 7,88%), Fortaleza (R$ 4.361 e 6,42%), Salvador (R$ 5.175 e 4,52%), Florianópolis (R$ 5.220 e 4,40%), Curitiba (R$ 4.841 e 4,38%), Sorocaba (R$ 3.440 e 4,31%), Londrina (R$ 3.715 e 3,71%) São Caetano do Sul (R$ 5.732 e 3,17%), Recife (R$ 6.213 e 2,91%), Vila Velha (R$ 4.714 e 2,14%), Jundiaí (R$ 4.400 e 2,03%), Belo Horizonte (R$4.600 e 1,91%), Barueri (R$ 5.696 e 1,60%), Osasco (R$ 4.688 e 1,35%), Guarulhos (R$ 4.682 e 1,24%), Rio de Janeiro (R$ 7.222 e 1,11%), Vitória (R$ 5.727 e 1,07%), Campinas (R$ 4.834 e 0,92%), Ribeirão Preto (R$ 3.801 e 0,85%), São José dos Campos (R$ 4.111 e 0,84%), Joinville (R$ 3.333 e 0,75%), Porto Alegre (R$ 5.112 e 0,39%), João Pessoa (R$ 4.462 e 0,38%) e Santo André (R$ 4.783 e 0,21%).

As cidades que apresentaram queda foram: São Bernardo do Campo (com valor de R$ 4.569 e variação de -0,69%), Santos (R$ 5.000 e -0,82%), São Paulo (R$ 6.857 e -0,95%), Niterói (R$ 6.081 e -1,33%), Natal (R$ 3.710 e -3,38%) e Brasília (R$ 7.857 e -5,06%).

A demanda por imóveis foi maior entre a faixa de preço de R$ 171 mil e R$ 350 mil, representando 39% do total, enquanto a oferta foi de 28% no período analisado. Imóveis com valor de até R$ 170 mil representaram 22% da procura, enquanto sua oferta chegava a 5%. Imóveis superiores a um milhão obtiveram demanda de 8% e oferta de 19%.

Na mesma comparação, 50% dos consumidores procuraram imóveis entre 51 m² e 100 m², que registrou oferta de 42%. As residências entre 101 m² e 150 m² representaram 17% da demanda e 19% da oferta total. Entre os dormitórios se destacaram com a maior demanda os de 2 dormitórios (44%), seguido pela tipologia de 3 dormitórios (40%), enquanto a oferta é de 35% e 43%, respectivamente.

Os bairros mais procurados foram: Vila Mariana (SP), Tatuapé (SP), Barra da Tijuca (RJ), Recreio Dos Bandeirantes (RJ), Campo Grande (RJ), Ipiranga (SP), Boa Viagem (PE), Vila Prudente (SP), Mooca (SP) e Pinheiros (SP). Já as metragens mais caras ficaram nos bairros: Leblon (RJ) - R$ 21.782/m², Ipanema (RJ) - R$ 20.153/m², Lagoa (RJ) - R$ 17.350/m², Vila Nova Conceição - R$ 16.460/m², Gávea (RJ) - R$ 15.903/m², Jardim Europa (SP) - R$ 15.595/m², Jardim Botânico (RJ) - R$ 15.217/m², Urca (RJ) - R$ 14.009/m², Jardim Luzitânia (SP) - R$ 13.667/m² e Barra Sul (SC) - R$ 13.401/m².

Fonte: PINI

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